Hoje deixei meu pequeno pela primeira vez. Fui ao meu trabalho regularizar minha situação e não quis levá-lo até lá (definitivamente não é um local de boas energias). Deixei-o com a mamãe. Dei uma passadinha ráápida pelo Shopping para comprar um presentinho de aniversário para a Zana e me apertou o coração de não comprar nada para o pequeno. COMPREI. E comprei logo duas coisas, um móbile e uma cadeirinha que treme treme (ohhh delícia). Essa vida é tão dura, tão cheia de caminhos difíceis: estudo, trabalho, falsidade...por que não dar a ele o que der para dar para que o bichinho se alegre todos os dias sem ter que esperar uma comemoração?! Pois é...enquanto eu puder. Poder, poder não posso, ou melhor, não devia! Já já teremos de pagar as chaves do "novo quartinho" dele e todo e qualquer $$ com certeza fará falta, então está na hora de fechar a torneirinha por aqui, pelo menos por enquanto. Na verdade eu é que estava meio deprimida (com o peso que venho adquirindo, com a falsidade no trabalho, em ter que abandonar meu neném para trabalhar, em não ter tido muito tempo para namorar), na verdade quis um motivo para me alegrar e o que estava mais próximo de mim era alegrar o meu neném, ele tá feliz, eu tô feliz. Mãe!!! O Vico é um bebê de muita sorte, tem um papai maravilhoso, que embora disse estar indo com o carro sem ar condicionado para economizar, ao invés de se chatiar, ainda com a roupa do trabalho, sentou no chão e montou a cadeirinha e não via a hora do neném acordar para experimentar o brinquedinho. Neném adorou o treme treme hehehe. Agora é hora de ser mais companheira do papai, espero que neném não se chateie. Chega de presentes. Quando estava chegando, liguei para a mamãe e escutei neném aos prantos, como me doeu o coração! Corri para chegar logo. Como dói a separação. Dói também os quilinhos a mais que venho adquirindo! Não há quem não perceba, só more (educado??!!!), mas não é motivo para paranóias, só para escolher melhor os produtos no mercado hehehe. 58.7...meta 54.0.
Fotinho da cadeirinha treme treme...pena que não me cabe, tô precisando tanto, tanto.